sexta-feira, setembro 28, 2007

À procura de ideias para prendas de Natal :-)


Já agora, lembram-se da mantinha que estava a fazer? Pois esse projecto encontra-se stand-by, só tenho lã nova a partir do mês que vem :-(

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segunda-feira, julho 02, 2007

Quick Book Meme

Fui apanhada mais uma vez, desta vez pela menina dos dados :P



1. Número total dos livros que possuo: Não faço a mínima ideia :p


2. Último livro que comprei:




3. Último livro que li:




4. Cinco livros que são muito importantes para mim:









5. Desafiar cinco pessoas: Desta vez não desafio ninguém. Quem quiser aceitar este desafio que respona no seu blogue :)

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quinta-feira, junho 21, 2007

Book meme

Há muito tempo que não fazia nenhum meme, mas agora fui desafiada, duplamente, pela menina cosy e pela menina que mia à chuva ;-)

161 Book Meme
Regras:
1.
Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5.ª frase completa
4. Colocar a frase no blogue
5. Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
6. Passar o desafio a cinco pessoas






«He broke off.»

Gigantesca esta frase ;-)
E agora passo a batata quente às meninas Turning Pages, Dados Rosa, Chocolate à Chuva, Dedaleira e Digressões.

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quinta-feira, junho 14, 2007

Mais leituras 2007

Em termos de leituras, o ano começou bem, depois passei por uma fase mais calma e nos últimos tempos até nem me posso queixar. Li dois livros bastante bons, já muito recomendados e que eu, agora, também recomendo. São eles:The Eight de Katherine Neville e The Pillars of the Earth de Ken Follett. O primeiro gira à volta do Jogo/Tabuleiro de Xadrez que pertenceu a Carlos Magno e que, supostamente, possui poderes inimagináveis. A história decorre, simultaneamente, em dois espaços temporais distintos. Para quem leu A Tábua de Flandres de Arturo Pérez-Reverte e gostou, esta é uma leitura obrigatória.The Pillars of the Earth é uma grande romance histórico que roda à volta da construção de uma enorme catedral durante a Idade Média. Não se assustem com o seu tamanho, 900 páginas, pois lê-se de um fôlego :-)
Quanto a leituras mais levezinhas, continuo a recomedar uma autora de chick-lit, Jill Mansell, que até agora não me desapontou. Os livros dela são bastante levezinhos e sempre muito, muito divertidos. Desta vez li Good at Games e Sheer Mischief.
Li também um policial que muito me agradou. Só consegui descobrir quem era o serial-killer mesmo no final e o livro tem imensos twists: The Vanished Man de Jeffery Deaver. Acho que vou querer ler mais livros deste autor.
A grande desilusão dos últimos meses foi A Pale View of the Hills de Kazuo Ishiguro. Depois de ter lido Never let me go, uma das minhas melhores leituras de 2006, esta obra ficou muito aquém do que esperava. Apesar de ter gostado do enredo, da forma como a história se desenvolveu, o livro termina abruptamente. Ficamos com vontade de ler muito mais. O que se terá passado com o autor? Falta de inspiração?

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terça-feira, junho 12, 2007

Crochet

Ao fim de tantos meses sem fazer nada, o bichinho do crochet já me andava a chatear. Comecei, finalmente, a fazer uma mantinha para a sala. Claro que agora não é a melhor altura por causa do calor, mas a minha sala é tão fria que acho que vou continuar a fazer crochet mesmo durante o Verão. De vez em quando mostro-vos o progresso :-)





E chegou o meu novo livro de crochet, que tem este lindo nome: The Happy Hooker, Stitch 'N Bitch Crochet :-P Já estou com mais umas ideias para próximos projectos. Me aguardem!


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quinta-feira, maio 31, 2007

Be afraid, be very afraid... =D

Perigosas de tanto lerem...
Ana Marques Gastão

Perigosas, elas, as mulheres, porque lêem? Perigosas porquê? Porquê elas e não eles? O livro Mulheres Que Lêem São Perigosas (Quetzal/Círculo de Leitores) lança o debate. Autor: Stefan Bollmann, doutorado com uma tese sobre Thomas Mann. Prefácio: Elke Heidenreich, escritora e autora do programa televisivo Lesen!. Lançamento: amanhã, às 18.30, na Livraria Bertrand Picoas Plaza (Rua Tomás Ribeiro, 65) na mão de quatro mulheres apresentadas pela editora como "perigosas": Helena Vasconcelos, Maria João Seixas, Maria Teresa Horta e Paula Moura Pinheiro.O álbum reúne imagens de mulheres que lêem, vestidas ou nuas, meninas, jovens ou sem idade, sentadas, deitadas ou recostadas, absorvidas, apaixonadas ou seduzidas pelo poder mágico dos livros que acumulam, como escreveu Marguerite Yourcenar, "reservas contra os invernos do espírito", ou do talvez corpo, quando a vida se torna semelhante ao deserto e as palavras trazem consigo a presunção sublime da suspensão, ainda que por instantes, do peso entediante dos dias."Ler não é, afinal, diferente de existir", tal como diz Rui Magalhães em Infinito Singular/O não literário: "Podemos ler um texto, podemos ler um corpo: podemos viver um texto ou um corpo. Ler um corpo: recuperar, na visão incerta, a plenitude da fragmentação e da pluralidade."É essa dimensão da inseparabilidade entre vida e arte (ideia passível de aplicar-se também à escrita) que encontramos num esboço, de nenhuma forma exaustivo e nem sempre preciso, em Mulheres Que Lêem São Perigosas. Que ressalta, afinal, deste livro em que nos aproximamos da profunda intimidade da leitura, sem qualquer sentido de ameaça, como quem descobre o mistério de mundos outros? A revelação de que a beleza dir-se-ia representativa do triunfo da arte enquanto acto de paixão. Façamos então uma viagem por dentro do livro, uma viagem provocatória pela mão da feminista Elke Heidenreich, autora que tem o atrevimento de dizer: "Com o passar dos anos, os livros tornam-se por vezes mais importantes do que os homens." Ou saltemos paras as páginas do ensaio, mais reflexivas portanto, e das legendas de Stefan Bollman, que considera a leitura intensiva "um desafio à liberdade criativa".Pinturas, desenhos, fotografias, imagens recolhidas ao longo do tempo, do séc. XIII ao séc. XXI, reflectem a relação entre as mulheres e os livros. Observe-se a Anunciação, de Simone Martini (1333) em que Maria - dominando a arte comum entre as mulheres cultas na Idade Média, a da leitura em silêncio - exprime desagrado, aconchegando o manto ao peito, quando o anjo, inoportuno, interrompe a sua leitura. Ou veja-se, mais tarde, no séc. XVII, apaziguada, a criada de costas viradas para o leitor, no quadro de Pieter Janssens Elinga. Libertando-se das incómodas socas, suas ou da dona da casa, e do peso ordenado das tarefas domésticas, entrega-se ao prazer do livro que a luz indirecta torna iluminante, enquanto se esquece, alheada, da fruteira, posta de parte em cima da cadeira.Mais adiante, Katie, cabelo longo e encrespado, devora, absorta e com paixão, a lenda sangrenta de S. Jorge, que luta com o dragão e o mata, tema impróprio no século XIX para raparigas. Sir Edward Burne Jones começou a pintar este quadro tinha a menina do desacerto quatro anos e, quando o termi-nou, já havia completado os oito.Não falta, por outro lado, nestas páginas, a mulher, retratada por Ramón Casas Carbó, que cai exausta, no sofá, vinda do baile, de livro na mão, como se fosse possível fazer prolongar, naquele breve momento, o prazer de um corpo ainda em movimento de outros saberes/sabores da vida. A fotografia de Eve Arnold, exibindo Marilyn, ao tempo da rodagem de Os Inadaptados, lendo o Ulisses, revela a mulher na sua total fragilidade. Quando se encontraram, ela e a fotógrafa, a actriz já estaria a ler a obra de James Joyce. E assim foi captada pela máquina num flash luminoso que nega o estereótipo. Há, no entanto, que entender este belo volume à luz da breve história da leitura que nos é oferecida por Stefan Bollman. Lance-se, pois, um olhar rápido sobre a história da cultura e verifique-se o silêncio a que a mulher foi votada ao longo dos tempos, vedando-se-lhe o direito à instrução e ao trabalho, sem esquecer o texto áspero e divertido de Elke Heidenreich: "Quem lê fica a reflectir, quem reflecte forma uma opinião, quem tem uma opinião pode dissidir, quem se torna dissidente passa a ser inimigo." Só assim pode integrar, nesta obra, a designação "leitura perigosa", sobretudo a partir da evolução histórica, social, cultural.Bollman explica, por outro lado, que as mulheres que aprendiam a ler (referindo-se aos finais do século XVII) eram, na época, consideradas perigosas: "É que a mulher que lê adquire um espaço a que só ela e mais ninguém tem acesso", o que a leva a desenvolver um estado independente de auto-estima. Além disso, "cria a sua própria visão do mundo, não necessariamente correspondente à transmitida pela tradição, nem à dos homens". Claro que nada disto significa ainda a sua libertação da tutela patriarcal, "mas abre a porta que conduz à liberdade", comenta.Já no século XVIII, Mary Wollstonecraft, mãe de Mary Shelley (autora de Frankenstein) escrevia: "Não só a virtude, mas também o conhecimento devem ser iguais em natureza, e mesmo em grau." Nesse sentido, pode dizer-se que a mulher, usando a expressão de Ana Hatherly, foi tomando a palavra ao longo dos tempos. Usando os livros como aliados.Com eles, as mulheres deste livro amam, vivem vidas outras, a ficção e o sonho, o perigo e a paixão. Eles são o vício e a virtude, a sageza e o refúgio, caixa de ressonância da interioridade das suas fiéis leitoras.

In Diário de Notícias, secção Artes, 30/05/2007

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terça-feira, março 27, 2007

The Reading Lounge

Já conheciam este sítio?
The Reading Lounge

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segunda-feira, março 26, 2007

Livros

Em resposta a um fantasma que assombra estas paragens*




Deixo aqui alguns dos títulos que vos aconselho a ler, dependendo dos géneros que gostam é só escolher ;-)

Anybody out there? de Marian Keyes.
Para quem não sabe, esta é uma autora irlandesa que escreve chick-lit. É uma das minhas autoras favoritas deste género.
Anybody out there? é um pouco diferente das outras obras de Marian Keys. Aborda um tema muito mais sério e é um bocadinho triste.
É difícil dizer-vos do que se trata sem estragar a história, só vos posso dizer que começa com Ann Walsh em casa dos seus pais na Iralanda, a recuperar de um grave acidente de automóvel.

Forever in Blue: The Fourth Summer of the Sisterhood de Ann Brashares.
Este é o quarto livro de uma série que descreve a vida de quatro raparigas (Carmen, Tibby, Lena, Bridget) cuja vida se encontra ligada por um par de calças que partilham entre si. Apesar de ser um livro para adolescentes eu adoro. As vidas das quatro personagens fazem-nos rir, chorar e pensar sobre assuntos bastante sérios.
T., mais uma vez temos aquela liçãozinha de moral de que tanto gostas :-P

Behind the Scenes at the Museum de Kate Atkinson. Depois de ler Case Histories da mesma autora, prometi a mim mesma que havia de ler outras obras. E assim foi. Behind the Scenes of the Museum narra a vida de Ruby Lennox, desde a sua concepção, em 1951, até 1992. Entre cada dois capítulos existem umas notas que descrevem a vida dos seus ancestrais. Gostei muito de ver como todos os personagens do livro se ligavam entre si, e também dos vários pequenos twists ao logo da história.

The History of Love de Nicole Krauss. Em último lugar o melhor. Não dava nada no início por este livro. Custou-me entrar na história e parecia que nada fazia sentido. Ainda bem que não desisti, à medida que a história avança, vemos que afinal tudo está ligado. Um dos melhores livros que li este ano. Altamente recomendável! A história é narrada por vários personagens cuja vida, de uma forma ou outra, foi tocada/modificada por um livro chamado The History of Love: uma miúda de 15 anos que foi baptizada com o nome da personagem principal do livro, Alma; o seu irmão mais novo; um velho polaco que vive em Nova Iorque, Leo Gursky; entre outros. É uma história de amor, perda e morte.


*Sim, porque por aqui não se fala só de séries ;-P

Foto: Fonte aqui.

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sexta-feira, março 02, 2007

O que estou a ler agora

Roam-se de inveja meninas ;-P

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sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Leituras de 2007

As coisas por este blogue têm andado muito murchinhas :(
A verdade é que também eu não tenho participado muito. Assim, aqui vão as minhas primeiras impressões sobre as leituras deste novo ano.
Até agora li nove livros, nem sei bem como :-P

Aqueles que gostei bastante e que recomendo são os seguintes:
The Kite Runner de Khaled Hosseini. É um livro muito, muito triste e muito comovente. Adorei cada página que li. Este livro retrata a vida de um rapaz que viveu no Afeganistão durante a ocupação russa e talibã e que, posteriormente, emigra para os EUA. É também uma história sobre a amizade, a lealdade, a traição.
A Terceira Mentira de Agota Kristof. Este livro é o último de uma trilogia intitulada A Trilogia da Cidade de K. O ano passado tinha lido os dois primeiros volumes e agora, finalmente, consegui arranjar uma cópia do terceiro.
A escrita desta autora é muito simples, nada de frases muitos estruturadas e vocabulário muito sofisticado, no entanto, é muito rico em pormenores. Atenção, se forem muito sensíveis o primeiro livro talvez vos choque um pouco. Mas vale a pena. Experimentem!

Quanto a leituras mais levezinhas, li o último livro que me faltava da Madeleine Wickham, The Tennis Party. Mais uma chick-lit para desanuvaiar a cabecinha e altamente recomendável, como todos os outros da mesma autora.

Desilusões. Sim, este ano já tem desilusões. O último da Amy Tan, Saving the Fish from Drowning. Esta obra corta completamente com as anteriores desta autora. O género é completamente distinto e confesso que tive dificuldades em terminar este livro. A história é baseada num acontecimento verídico, o desaparecimento de 11 turistas americanos em Burma.
Outra desilusão vem do autor Dean Koontz, Intensity. Os livros deste autor costumam envolver-me de uma tal forma que os leio muito rapidamente pois estou sempre ansiosa para chegar ao final. O Intensity é chato, chato, chato. Nem sei como o terminei. A história é demasiado previsível e nem sequer tem um twist no final. Enfim, os autores de vez em quando têm uns momentos mauzinhos, não é verdade?

E como vão as vossas leituras este ano?

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quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Nova tentação

Pois, como se eu já não tivesse tentações suficientes...
Sabiam que existe um site inglês de venda de livros que não cobra portes? Ah pois é!
No entanto, convém sempre fazer uma comparação de preços com a amazon e outros sites similares. Pelas primeiras pesquisas que fiz, parece-me que na generalidade os livros são mais baratos neste novo site. Experimentem!


Gràcies S. :-*

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quarta-feira, janeiro 10, 2007

Alfabeto dos Autores

Vi no blogue da A. que ela vai participar no desafio Alfabeto dos Autores. Como este ano não devo ter muito tempo para ler, vou também participar, afinal são só 26 livritos. Vou colocar o link desta entrada na coluna do lado, assim podem ir vendo a minha evolução. Para já, tenho o seguinte, que já li e estou a ler:

Atkinson, Kate; Edward St. Aubyn

Brashares, Anne

Colgan, Jenny

Deaver, Jeffery

Evanovich, Janet; Nora Ephron

Follett, Ken; Rubem Fonseca

Gardam, Jane

Hosseini, Khaled; Elisabeth Hyde; Lian Hearn

Ishiguro, Kazuo

Jensen, Liz

Koontz, Dean; Nicole Krauss; Agota Kristof; Marian Keyes

Livesey, Margot

Margolis, Sue; Richard Mason; Jill Mansell

Neville, Katherine

O'Flanagan, Sheila

Palahniuk, Chuck

Queen, Ellery

Rowling, J.K.

Salinger, J. D. (TBR)

Tan, Amy

Upcher, Caroline

Vine, Barbara

Wickham, Madeleine; Sarah Webb

Xiaolong, Qiu

Ying, Hong (TBR)

Zink, Rui (TBR)

Assim que tiver dificuldade em achar um autor para uma determinada letra, logo vos venho chatear :-)

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segunda-feira, janeiro 01, 2007

BOM ANO 2007

Como não podia deixar de ser, o meu primeiro post de 2007 é sobre... Livros! =)
Aqui vão algumas das minhas leituras de 2006. Espero que vos sirva de alguma coisa.

Os melhores:
O Caderno Grande e A Prova de Agota Kristof
Archangel de Sharon Shinn
Case Histories de Kate Atkinson
Dogsbody de Diana Wynne Jones
Extremely Loud & Incredibly Close de Jonathan Safran Foer
Middlesex de Jefrey Eugenides
Never Let Me Go de Kazuo Ishiguro
The Handmaid's Tale de Margaret Atwood
The Red Tent de Anita Diamant

Outros bons:
Behaving Badly de Isabel Wolff
Falling for you e The one you really want de Jill Mansell
Good in bed e Little Earthquakes de Jennifer Weiner
Jonathan Strange & Mr. Norrell de Susanna Clarke
Lucia, Lucia e Queen of the Big Time de Adriana Trigiani
Mercy de Jody Picoult
Número Dez de Sue Townsend

She's come undone de Wally Lamb
The Dante Club de Matthew Pearl
Women of the Silk e The Language of the Threads de Gail Tsukiyama
The Pilot's Wife de Anita Shreve
Waiting de Ha Jin

As desilusões:
The Little Friend de Donna Tartt. Gostei muito do outro livro desta autora, The Secret History, no entanto, nem sequer consegui acabar este :(
Quattrocento de James McKean
Kitchen de Banana Yoshimoto
Gaudí: Um Romance de Mario Lacruz. Uma grande desilusão, pois esperava muito mais, sendo eu uma grande fã do trabalho de Gaudí.

Autores que quero conhecer melhor:
Adriana Trigiani
Jonathan Safran Foer
Kate Atkinson
Kazuo Ishiguro
Margaret Atwood
Matthew Pearl

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domingo, dezembro 10, 2006

So, what's new? :-P

What Kind of Reader Are You?
Your Result: Dedicated Reader

You are always trying to find the time to get back to your book. You are convinced that the world would be a much better place if only everyone read more.

Obsessive-Compulsive Bookworm
Literate Good Citizen
Book Snob
Fad Reader
Non-Reader
What Kind of Reader Are You?
Create Your Own Quiz

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quinta-feira, novembro 30, 2006

A série Dempsey

Acabei de ler mais um livro da Jennifer Crusie, que desta vez assina como Jenny. O livro chama-se Faking it. É muito divertido e gostei imenso. Só que agora descobri que este livro é o segundo de uma série. Não é que me tenha feito falta ler o primeiro, mas agora estou curiosa, já que gostei tanto deste. Por acaso alguém o Welcome to Temptation da Jennifer/Jenny Crusie?


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quarta-feira, novembro 22, 2006

Livros

Com esta onda de agora só conseguir devorar chicklit, li mais uns livrinhos de uma autora que ainda não conhecia, Jill Mansell. Li três obras dela: Open house, Falling for you e The one you really want. Estes livros eram exactamente o que eu precisava, literatura levezinha e com muito humor, especialmente os dois últimos. Fartei-me de rir com algumas das personagens.
Recomenda-se, essencialmente, para aquelas alturas em que não apetece ler nada.

Vá lá, agora alguém tem livros da Jill Mansell que me empreste?

Quanto a literatura menos leve, li dois livros da Gail Tsukiyama. Depois de há uns tempos ter lido The Samurai’s Garden, fiquei com muita vontade de ler mais. Women of the Silk e The Language of Threads descrevem a vida das mulheres chinesas do princípio do século XX até finais do mesmo, atravessando a ocupação japonesa da China até à ditadura de Mao. Pei é a personagem principal e é através dela que nos apercebemos de como a vida destas mulheres era horrível e cheia de sacríficios. Aconselho vivamente a leitura desta série, mas não a pessoas muito susceptíveis.

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segunda-feira, novembro 13, 2006

Mais chick-lit

Pois é, parece que a única coisa que consigo ler ultimamente é chick-lit.
Este fim-de-semana terminei um livro de uma autora que ainda não conhecia, Sarah Webb. O livro que li foi Always the Bridesmaid. Apesar de não ter gostado muito da personagem principal, o livro é bastante bom e li-o muito rapidinho.
T., não sei se já leste este livro ou não, só queria dizer-te que a tua série favorita é lá mencionada ;-)
Ah! Esta autora é irlandesa. Começo achar que todas as escritoras irlandesas escrevem chick-lit muito boa, ela até menciona no seu livro outra das minhas autoras favoritas, a Cathy Kelly.
Se alguém tiver mais livros da Sarah Webb, é favor emprestar. Eu agradeço ;-)

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terça-feira, novembro 07, 2006

Leituras

Por estes lados as leituras não andam nada famosas. Ultimamente, por muito bom que seja o livro, não consigo lê-lo até ao fim. Chego a meio e perco toda a vontade de continuar :( Aconteceu-me com Sangue do meu Sangue de Michael Cunningham, Watership Down de Richard Adams, Cristo Clonado de J. R. Lankford, The Illuminator de Brenda Rickman Vatrease e Cavedweller de Dorothy Allison.
No entanto, ontem à noite consegui começar e terminar um livro. Obviamente, só adormeci às 3 horas . O livro é de uma das minhas autoras favoritas de chick-lit, Madeleine Wickham. O livro, The Wedding Girl. Muito bom e diferente dos que já li dela. Desta vez, segue mais a linha do happily ever after que caracteriza este género de literatura. Altamente recomendado, para quem gosta de chick-lit naturalmente.

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terça-feira, outubro 03, 2006

Livrinhos novos :)

Livros não me faltam, agora só falta começar a fazer coisinhas :-) Haja tempo, jeito e paciência :-p


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quarta-feira, setembro 13, 2006

Livros

Penso que já vos falei do blogue 1001 Páginas. Ele foi criado para falarmos de livros :) Como sou participante, decidi fazer os meus comentários literários por e não aqui.
Os últimos posts que fiz nesse blogues são os seguintes:

Chick-lit: Jennifer Weiner
The Dante Club de Matthew Pearl
Middlex de Jeffrey Eugenides

Se também quiserem participar neste blogue, avisem-me :)

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